Modernização de elevadores · BH e região
Modernização de elevadores em Belo Horizonte e região
A Thopp moderniza elevadores de qualquer marca desde 1998. A avaliação técnica no local define o que precisa ser atualizado: quadro de comando, máquina de tração, portas, botoeiras, cabina ou o conjunto inteiro. Avaliação técnica gratuita na Grande BH, com escopo definido junto à engenharia.
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1998
ano de fundação, em Belo Horizonte
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+500
elevadores modernizados
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Até 5 anos
de garantia, conforme o escopo contratado
O conceito
O que é modernização de elevadores
Modernização de elevadores é a substituição dos sistemas e componentes desatualizados de um elevador que continua em operação, aproveitando a parte da estrutura que ainda atende ao equipamento.
Na prática, é uma obra com escopo definido: a equipe técnica identifica quais conjuntos chegaram ao fim da vida útil ou não acompanham mais o uso do prédio, e esses conjuntos são trocados por versões atuais. O que está em boas condições permanece. Por isso duas modernizações nunca são iguais: um prédio pode precisar só do quadro de comando, outro precisa de comando, máquina de tração, portas e cabina.
Cada elevador tem uma história, uma configuração e necessidades diferentes. A Thopp não trabalha com modernização genérica: o projeto começa pela avaliação técnica, passa pelo levantamento do equipamento e pela definição do escopo junto aos consultores especialistas e à engenharia, e só então é planejado de acordo com a necessidade do condomínio ou da empresa.
Modernização em resumo
- O que é
- Troca dos sistemas desatualizados de um elevador em funcionamento, com aproveitamento de parte da estrutura existente.
- O que pode envolver
- Quadro de comando, inversor de frequência, operadores e portas, botoeiras, indicadores, cabina, casa de máquinas e componentes elétricos e eletrônicos.
- Quem define o escopo
- A avaliação técnica no local, feita por quem vai executar a obra, e não uma tabela padrão.
- Vale para qualquer marca
- Sim. A Thopp trabalha com peças multimarcas e tem laboratório próprio para diagnóstico e reparo de placas eletrônicas.
- Como começa
- Pela avaliação técnica no local, gratuita na Grande BH, seguida da reunião de modernização com os consultores especialistas e a engenharia.
- Garantia
- Até 5 anos para obras de modernização, conforme o escopo contratado e as condições do contrato.
Equipamentos que a Thopp moderniza
- Elevadores de passageiros
- Com casa de máquinas
- Sem casa de máquinas
- Elevadores de carga
- Elevadores de leito e maca
- Elevadores hospitalares
- Adequações de acessibilidade
Cada configuração exige um projeto próprio. O escopo depende do equipamento existente e do resultado da avaliação técnica, então um elevador de passageiros e um elevador de carga não são modernizados da mesma maneira.
Não é manutenção
A manutenção conserva o elevador como ele é: visitas preventivas, ajustes, lubrificação, testes e reparo do que apresenta defeito. A modernização muda a tecnologia de sistemas inteiros.
Não é um reparo isolado
Trocar uma peça que queimou resolve a falha daquele dia. A modernização atua sobre o conjunto, quando o problema deixou de ser pontual e passou a se repetir.
Não é obrigatoriamente a troca do elevador
A substituição completa é uma solução de maior abrangência, indicada em determinadas situações. Modernizar e substituir são caminhos diferentes, e a escolha depende do equipamento.
Modernização parcial e modernização completa
A modernização pode ser parcial, tratando apenas os sistemas que precisam, ou ampla, envolvendo vários conjuntos ao mesmo tempo. É comum começar pelo que afeta a segurança e a disponibilidade do elevador, como comando e portas, e tratar a parte estética em outro momento. Também é comum modernizar em etapas, respeitando o planejamento financeiro do condomínio ou da empresa.
Sinais do equipamento
Quando um elevador precisa de modernização
Não existe prazo fixo que determine a hora de modernizar. O que existe são sinais que o equipamento dá, e que costumam aparecer juntos.
Paradas frequentes
O elevador para com regularidade, o chamado se repete e o mesmo defeito volta pouco tempo depois do reparo. Quando a corretiva vira rotina, o problema costuma estar no sistema, não na peça.
Peças difíceis de encontrar
Componentes fora de linha, sem reposição no mercado ou com prazo longo de entrega. Isso alonga cada parada do elevador, porque o conserto passa a depender da procura por uma peça específica.
Comando antigo
Quadros com tecnologia ultrapassada têm menos recurso de diagnóstico e menos flexibilidade de ajuste. A falha aparece, mas o sistema não ajuda a localizar a origem.
Nivelamento fora do piso
A cabina para acima ou abaixo do nível do andar. Além do desconforto, o degrau é risco de tropeço, principalmente para idosos, crianças e quem usa cadeira de rodas ou carrinho.
Portas com funcionamento irregular
Portas lentas, que travam, que reabrem sozinhas ou que fazem barulho. A porta é o sistema que mais se movimenta em um elevador: abre e fecha a cada viagem, em todos os andares.
Desempenho abaixo do necessário
Espera longa nos horários de pico, partida e parada bruscas, ruído na cabina. Às vezes o elevador funciona, mas já não atende ao volume de uso que o prédio tem hoje.
Necessidade de atualização de segurança
Dispositivos de segurança desgastados ou em tecnologia antiga, sinalização insuficiente na cabina e nos pavimentos, ausência de recursos de acessibilidade como a identificação em braile nos botões.
Consumo de energia
Em determinados equipamentos, a forma antiga de acionar o motor e a iluminação antiga da cabina pesam na conta. Se isso vale para o seu elevador é algo que a avaliação técnica verifica, e não uma regra geral.
Histórico de manutenção acumulado
Quando o custo com corretivas cresce ano a ano e o elevador passa mais tempo indisponível, vale colocar esse histórico na mesa junto com a avaliação técnica.
Importante
Nenhum desses sinais, sozinho, define que o elevador precisa ser modernizado. Um elevador pode parar por um defeito pontual e voltar ao normal com a manutenção. O que decide é a avaliação técnica do equipamento, feita no local, com acesso à casa de máquinas, ao poço, à cabina e ao histórico de chamados.
A decisão
Manutenção, modernização ou substituição
É a pergunta que chega com mais frequência: "meu elevador precisa de manutenção, de modernização ou de troca?". As três são soluções diferentes para problemas diferentes, e nenhuma delas é sempre a melhor.
| Manutenção | Modernização | Substituição | |
|---|---|---|---|
| O que é | Conservação e funcionamento do equipamento, com visitas preventivas e atendimento corretivo. | Atualização de sistemas e componentes, com aproveitamento de parte da estrutura existente. | Solução de maior abrangência, com a troca do conjunto do elevador. |
| Quando costuma fazer sentido | O elevador funciona dentro do esperado e precisa de acompanhamento regular, ajuste e reparo pontual. | Sistemas específicos ficaram para trás: comando antigo, portas com falha, peças sem reposição, nivelamento ruim. | Quando a avaliação técnica indica que atualizar os sistemas não resolve a condição do equipamento ou a necessidade do prédio. |
| Formato | Contínua, contratada por período, com preventiva mensal e corretiva. | Obra com começo, escopo definido e entrega. | Projeto de engenharia, fabricação e instalação. |
| O que acontece com o equipamento | Permanece como está, em condição de uso. | Os conjuntos trocados passam a ser atuais; o que está em boas condições continua. | O equipamento é substituído pela solução definida em projeto. |
| Custo e prazo | Valor mensal do contrato, conforme o plano. | Depende do escopo definido no diagnóstico. Não existe valor único. | Depende do projeto, do prédio e do equipamento. |
| Quem define | A avaliação técnica no local. É ela que aponta qual dos três caminhos atende ao seu equipamento, e não uma regra geral de mercado. | ||
Arraste a tabela para o lado para ver as três colunas
Manutenção
Quando a manutenção resolve
Se o elevador atende bem, tem peças disponíveis e as ocorrências são pontuais, o caminho é o acompanhamento regular. A preventiva antecipa desgaste, e a corretiva trata o que aparece. Conheça os planos de manutenção da Thopp.
Modernização
Quando a modernização faz sentido
Quando o problema deixou de ser uma peça e passou a ser o sistema: comando sem recurso de diagnóstico, portas que falham, componentes sem reposição, desempenho abaixo do uso atual do prédio. A estrutura que continua adequada é aproveitada.
Substituição
Quando a substituição é a indicação técnica
Em situações nas quais atualizar sistemas não resolve a condição do equipamento ou a necessidade do edifício. A Thopp também fabrica e instala elevadores, então a indicação não muda conforme o serviço: muda conforme o diagnóstico.
Sistemas e componentes
O que pode ser modernizado no seu elevador
Estes são os conjuntos com os quais a equipe da Thopp trabalha nas modernizações. O que entra na sua obra depende do que a avaliação técnica encontrar no equipamento.
Comando
Quadro de comando
Comando
Quadro de comando
É o painel que concentra a lógica do elevador: recebe as chamadas dos andares e da cabina, decide a ordem de atendimento e comanda a partida, a parada e a abertura das portas. Quando o comando é antigo, todo o resto fica limitado por ele.
- Costuma indicar a troca
- Placas sem reposição no mercado, falhas intermitentes que voltam depois do reparo, ausência de recurso de diagnóstico, falta de documentação técnica do fabricante.
- O que pode melhorar
- Lógica de atendimento das chamadas, leitura de falhas pela equipe técnica e disponibilidade de peças no futuro.
- Nem sempre é troca
- A Thopp tem laboratório próprio com bancada para diagnóstico e reparo de placas eletrônicas. Em parte dos casos, o reparo resolve.
Acionamento
Inversor de frequência
Acionamento
Inversor de frequência
É o equipamento que controla a velocidade do motor. Com ele, a partida e a parada acontecem de forma gradual, em vez do acionamento direto usado em sistemas mais antigos.
- Costuma indicar a instalação
- Partidas e paradas bruscas, desconforto perceptível na cabina, parada pouco precisa no nível do andar.
- O que pode melhorar
- Conforto na viagem, precisão da parada e o esforço sobre os componentes mecânicos a cada acionamento.
- Sobre o consumo
- Mudar a forma de acionar o motor pode influenciar o consumo, dependendo do que existe hoje e de como o prédio usa o elevador. Isso é verificado na avaliação, caso a caso.
Portas
Operador de porta
Portas
Operador de porta
É o conjunto instalado no topo da cabina que abre e fecha as portas em cada parada. Como trabalha a cada viagem, em todos os andares, é um dos sistemas que mais acumula desgaste.
- Costuma indicar a troca
- Portas lentas, que travam no meio do curso, que reabrem sozinhas, que fecham com impacto ou que fazem ruído. Chamados repetidos de porta.
- O que pode melhorar
- Regularidade da abertura e do fechamento, tempo de porta em cada parada e número de chamados relacionados a esse sistema.
Portas
Portas automáticas
Portas
Portas automáticas
Envolve as folhas, os trilhos, os fechos e os componentes de segurança das portas de pavimento e de cabina. É a parte do elevador com a qual o usuário tem contato direto em toda viagem.
- Costuma indicar a troca
- Folhas desalinhadas, trilhos desgastados, fechamento irregular, componentes de segurança em tecnologia antiga.
- O que pode melhorar
- Segurança no embarque e no desembarque, alinhamento, ruído e estabilidade do funcionamento.
- Portas manuais e pantográficas
- A Thopp pode substituir portas manuais ou pantográficas por sistemas de portas automáticas, desde que a configuração e as condições do elevador permitam a solução. A viabilidade é definida na avaliação técnica.
Interface
Botoeiras de cabina e de pavimento
Interface
Botoeiras de cabina e de pavimento
São os painéis de botões usados para chamar o elevador e escolher o andar. Além do funcionamento elétrico, respondem por boa parte da percepção de conservação do equipamento.
- Costuma indicar a troca
- Botões que falham ou que exigem força, sinalização apagada, acabamento desgastado, ausência de identificação em braile.
- O que pode melhorar
- Resposta ao toque, legibilidade da sinalização, acessibilidade e o aspecto da cabina e dos halls.
- Integrações
- É o momento natural para avaliar o controle de acesso por andar. Conheça o Thopp Code, o controle de acesso por senha e tag RFID.
Interface
Indicadores digitais
Interface
Indicadores digitais
São os displays que mostram em que andar o elevador está e para onde ele vai, na cabina e nos pavimentos. Resolvem uma dúvida simples de quem espera: o elevador está vindo?
- Costuma indicar a troca
- Indicadores apagados, com segmentos falhando, em tecnologia antiga ou inexistentes em parte dos andares.
- O que pode melhorar
- Informação clara para o usuário, leitura à distância e padronização visual entre os pavimentos.
Cabina
Cabina
Cabina
Cabina
É o espaço onde as pessoas ficam durante a viagem: revestimento, piso, teto, iluminação, corrimão e coluna de botoeira. A Thopp trabalha com cabinas revestidas em aço inox e teto com iluminação em LED.
- Costuma indicar a modernização
- Revestimento marcado, iluminação fraca ou amarelada, acabamento antigo, ausência de corrimão ou de espelho conforme o uso do prédio.
- O que pode melhorar
- Conforto e percepção de segurança de quem usa o elevador, iluminação e o aspecto geral da área comum mais usada do edifício.
- Atenção
- A troca do revestimento não corrige problema técnico. Cabina nova com comando antigo continua com o comportamento antigo.
Casa de máquinas
Máquina de tração e casa de máquinas
Casa de máquinas
Máquina de tração e casa de máquinas
A máquina de tração é o conjunto responsável pelo acionamento mecânico do elevador e reúne motor, redutor e polia nos sistemas convencionais. A casa de máquinas, porém, não é só o lugar onde a máquina fica: ela abriga também o quadro de comando, a instalação elétrica e as proteções dos elementos girantes.
- Nem sempre é substituição
- Quando a máquina existente apresenta condições adequadas, pode ser possível conservá-la, recuperá-la ou adequá-la, em vez de trocar. A indicação vem da avaliação técnica.
- Quando a troca é indicada
- O projeto pode contemplar uma nova máquina de tração, inclusive com tecnologia Gearless, conforme a configuração do equipamento e o escopo definido.
- O quadro de comando entra junto
- Uma modernização tecnológica de qualidade não olha só para a máquina. O quadro de comando responde pelo controle e pelo gerenciamento de várias funções do elevador e tem papel central no desempenho, na segurança e na precisão do equipamento.
- O ambiente também conta
- Instalação elétrica improvisada ao longo dos anos, proteções ausentes ou danificadas e ambiente sem condição adequada de trabalho entram no levantamento, porque afetam a segurança de quem faz a manutenção.
Elétrica e eletrônica
Componentes elétricos e eletrônicos
Elétrica e eletrônica
Componentes elétricos e eletrônicos
Inclui cabeamento, dispositivos de segurança, sensores de posição e as placas que fazem os sistemas conversarem entre si. É a parte menos visível da modernização e uma das que mais afetam a estabilidade do elevador.
- Costuma indicar a troca
- Cabos e conexões com desgaste, componentes em tecnologia antiga, falhas intermitentes sem causa aparente, sensores com leitura irregular.
- O que pode melhorar
- Estabilidade do funcionamento, precisão do posicionamento e a capacidade da equipe de localizar uma falha rapidamente.
- Estrutura da Thopp
- Almoxarifado próprio com peças multimarcas e laboratório com bancada para diagnóstico e reparo de componentes eletrônicos.
10 · Poço e topo de cabina
Itens de segurança do poço e do topo de cabina
10 · Poço e topo de cabina
Itens de segurança do poço e do topo de cabina
Contrapeso, para-choques, guarda-corpo e botoeira de inspeção no topo da cabina. São itens que o usuário nunca vê e que existem para proteger quem faz a manutenção e para dar resposta a situações fora do normal.
- Costuma indicar a intervenção
- Componentes desgastados, sinalização apagada, ausência de guarda-corpo ou de comando de inspeção conforme a condição do equipamento.
- O que pode melhorar
- Condições de segurança para a equipe técnica e para os procedimentos de inspeção.
Como isso vira uma proposta
Nenhum desses conjuntos é indicado por padrão. A avaliação técnica verifica o que existe no seu elevador, o que está em condição de uso e o que precisa ser atualizado. O resultado é um escopo descrito item a item, e não um pacote fechado. Solicite a avaliação técnica do seu elevador.
Modernização tecnológica
O que muda no funcionamento do elevador
Modernização tecnológica é a parte da obra que altera a forma como o elevador funciona, e não apenas o que ele aparenta. Ela se concentra em sete pontos, e nenhum deles resolve sozinho: trocar a máquina de tração sem olhar para o quadro de comando, por exemplo, deixa metade do problema de pé.
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01
Comando
O quadro novo assume a lógica de atendimento das chamadas e oferece recursos de diagnóstico que os sistemas antigos não têm. É o que permite entender uma falha em vez de apenas substituir peças.
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02
Acionamento mecânico
A máquina de tração pode ser conservada, recuperada ou adequada quando está em boas condições. Quando a troca é indicada, o projeto pode prever uma nova máquina, inclusive com tecnologia Gearless, conforme a configuração do equipamento.
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03
Controle de velocidade
Com o inversor de frequência, a partida e a parada deixam de ser diretas e passam a ser graduais. O efeito aparece no conforto da viagem e no esforço sobre a parte mecânica.
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04
Nivelamento
A parada no nível do piso depende do comando, do controle de velocidade e dos sensores de posição. Quando o desnível vem do desgaste ou do limite desses sistemas, a atualização tende a corrigir.
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05
Portas
Operador e componentes de porta atuais tornam a abertura e o fechamento mais regulares. Como a porta trabalha em toda viagem, o ganho aqui costuma aparecer no dia a dia do prédio.
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06
Segurança
Dispositivos de segurança, sinalização, acessibilidade nas botoeiras e itens de proteção no poço e no topo da cabina entram no escopo conforme a condição do equipamento.
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07
Disponibilidade de peças
Um ponto pouco lembrado e bastante prático: sair de componentes sem reposição no mercado encurta o tempo de parada quando algo acontece, porque a peça existe.
Sobre resultados
A Thopp não trabalha com promessa fechada de economia de energia, de aumento de vida útil ou de redução de chamados. O que a modernização entrega depende do estado atual do equipamento, do escopo executado e do uso do prédio. Esses pontos são tratados de forma objetiva na avaliação técnica, antes da proposta.
Modernização estética
Cabina, botoeiras e acabamento
A cabina é a área comum mais usada de um edifício. Ela pode ser modernizada junto com a parte técnica ou de forma independente, quando os sistemas estão em boas condições.
- Revestimento da cabina. Aço inox escovado nas paredes, com acabamento uniforme entre painéis.
- Iluminação. Teto com iluminação em LED, que substitui a iluminação antiga e muda bastante a percepção do espaço.
- Botoeiras. Coluna de botoeira em inox, botões com sinalização legível e identificação em braile.
- Indicadores. Displays de posição na cabina e nos pavimentos, com padrão visual igual em todos os andares.
- Acabamento. Corrimão, piso e detalhes que dão unidade ao conjunto.
Estética e técnica são coisas diferentes
Uma cabina nova não corrige paradas, nivelamento ou porta com falha. Quando existe problema técnico, ele é tratado na parte técnica da obra. A estética pode vir junto, depois, ou sozinha, se for só isso que o prédio precisa.
Como trabalhamos
Como funciona a modernização com a Thopp
Oito etapas, da primeira visita à garantia depois da entrega. O escopo nunca é definido por telefone: ele nasce do levantamento do equipamento e é fechado em reunião com os consultores especialistas e a engenharia.
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Etapa 01
Avaliação técnica
Um técnico visita o prédio e avalia o elevador, qualquer que seja a marca. A visita inclui casa de máquinas, cabina, portas e poço, e é gratuita na Grande BH.
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Etapa 02
Levantamento e diagnóstico
A engenharia analisa a condição de cada conjunto e identifica o que precisa ser trocado, o que pode ser recuperado ou adequado e o que pode esperar. É aqui que a modernização deixa de ser uma ideia e vira uma lista de itens.
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Etapa 03
Reunião de modernização
O escopo é discutido e acordado em reunião com os consultores especialistas da Thopp e a engenharia, junto com o síndico ou o responsável pelo prédio. É a etapa que transforma o diagnóstico em projeto.
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Etapa 04
Proposta e material de apoio
Você recebe a proposta com o escopo item a item e o cronograma. Para a assembleia, a Thopp pode fornecer material de apoio com especificações dos componentes, memorial descritivo e informações técnicas, conforme o projeto.
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Etapa 05
Planejamento e componentes
A Thopp combina estrutura própria de engenharia, bancada técnica e almoxarifado com componentes de fabricantes e parceiros especializados. A escolha depende do equipamento, do projeto e dos requisitos técnicos da obra.
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Etapa 06
Execução
Equipe própria e cronograma combinado com o prédio. As etapas são organizadas para manter o elevador indisponível pelo menor tempo possível e, em prédios com mais de um equipamento, para modernizar de forma alternada sempre que a obra permitir.
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Etapa 07
Testes, entrega e documentação
Os sistemas modernizados passam por testes de funcionamento e de segurança antes da liberação. A obra é executada sob responsabilidade técnica, com a ART correspondente aos serviços de engenharia executados.
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Etapa 08
Garantia e acompanhamento
A obra tem garantia de até 5 anos, conforme o escopo contratado. Depois da entrega, o equipamento pode seguir com a Thopp em contrato de manutenção preventiva e corretiva, com plantão técnico 24 horas.
Prazo e tempo de elevador parado
Não existe prazo padrão. O tempo de uma modernização depende do tipo e da dimensão da obra, da quantidade de componentes envolvidos, da condição atual do elevador e do escopo definido no projeto. Todo o levantamento é feito antes da definição do cronograma, que é acordado na reunião de modernização. O mesmo vale para o período de indisponibilidade: as etapas são planejadas para manter o elevador parado o menor tempo possível e, em prédios com mais de um equipamento, a execução pode ser alternada quando tecnicamente viável.
Engenharia e documentação
Responsabilidade técnica, ART e normas
Modernização é obra de engenharia, e isso muda o que o condomínio deve esperar de quem executa. Não é um serviço que termina quando o elevador volta a andar.
Responsabilidade técnica
ART correspondente aos serviços
As modernizações são realizadas sob responsabilidade técnica, com a documentação e a ART correspondentes aos serviços de engenharia executados. A Thopp tem responsável técnico e registro no CREA-MG.
A documentação acompanha o escopo da obra, então ela varia conforme o que foi executado em cada equipamento.
Belo Horizonte
Trâmites junto aos órgãos competentes
A Thopp orienta e conduz os trâmites técnicos e documentais aplicáveis ao equipamento junto aos órgãos competentes, quando aplicável ao caso.
Em Belo Horizonte, a legislação municipal trata especificamente de instalação, conservação, reforma, modernização, funcionamento e fiscalização de elevadores e outros aparelhos de transporte. A Lei Municipal 7.647/1999 e o Decreto 10.042/1999 são referências nesse processo.
Normas técnicas, conforme o equipamento e o escopo
Nem toda norma se aplica a toda modernização. Estas são as referências que podem entrar no projeto, conforme a configuração do elevador e os serviços executados:
- ABNT NBR 16858 · norma técnica de referência já seguida pela Thopp
- ABNT NBR 15597 · segurança de elevadores existentes e melhorias de segurança
- ABNT NBR 16083 · requisitos de manutenção
- ABNT NBR 14712 · determinados elevadores de carga e elevadores de maca
- ABNT NBR 9050 · quando houver requisitos de acessibilidade
- ABNT NBR 5410 · quando houver intervenções abrangidas pelas instalações elétricas de baixa tensão
- NR-10 · quando aplicável aos serviços envolvendo instalações e serviços em eletricidade
- NR-12 · quando aplicável
- NR-35 · quando houver atividades abrangidas pela norma
Estrutura
Por que modernizar com a Thopp
A Thopp fabrica, instala, moderniza e faz a manutenção de elevadores. Isso muda a conversa: a empresa que avalia o seu equipamento é a mesma que executa a obra e responde por ela depois da entrega.
Até 5 anos
de garantia
Garantia de obra de modernização
A Thopp oferece garantia de até 5 anos para obras de modernização, uma das maiores do mercado, conforme o escopo contratado e as condições estabelecidas em contrato. O prazo acompanha o que foi executado, então ele é definido na proposta, item a item, e não é igual para todo componente.
Engenharia especializada
O escopo de cada obra é fechado em reunião com os consultores especialistas e a engenharia, com responsável técnico e registro no CREA-MG.
Experiência multimarcas
Experiência técnica nas principais marcas do mercado. A modernização não depende de quem fabricou o elevador.
Almoxarifado próprio
Estoque com peças multimarcas na sede, no Carlos Prates, perto das quatro cidades atendidas.
Laboratório próprio
Bancada para diagnóstico e reparo de componentes eletrônicos, incluindo placas de quadro de comando.
Fabricação própria
A Thopp também fabrica e instala elevadores. Quando a avaliação indica substituição, a indicação é feita com a mesma clareza.
Conformidade técnica
Registro no CREA-MG, homologação da Prefeitura de Belo Horizonte e atendimento às normas técnicas da ABNT, como a NBR 16858.
1998
ano de fundação, em Belo Horizonte
+500
elevadores modernizados
+1.000
clientes atendidos desde 1998
+11 anos
no Reclame Aqui, com menos de 10 reclamações
Antes e depois
A mesma casa de máquinas, antes e depois da Thopp
Av. Cristiano Machado, Sagrada Família, Belo Horizonte. Dois elevadores sociais com sistema de controle novo, cabine modernizada e Thopp Code.
Projetos de modernização
Modernizações executadas pela equipe
Quadros de comando, casas de máquinas, cabinas, botoeiras, portas e itens de segurança em obras feitas pela Thopp.
Perfis de uso
Modernização para cada tipo de edifício
O elevador de um condomínio e o de uma indústria têm rotinas diferentes, e isso muda as prioridades da modernização.
Condomínios residenciais
Uso concentrado em horários de pico e convivência diária com o equipamento. Costumam pesar o conforto da viagem, o comportamento das portas, o acabamento da cabina e o controle de quem sobe para cada andar. A decisão passa por assembleia, então a proposta precisa ser clara item a item.
Prédios comerciais
Fluxo alto e contínuo de pessoas que não moram no prédio. A prioridade costuma ser disponibilidade do equipamento, tempo de espera, funcionamento das portas e informação clara nos halls.
Indústrias
Ambientes com poeira, vibração e uso pesado, em que a parada do elevador afeta a operação. A Thopp atende indústrias como Fiat, Stellantis, Toyota, Gerdau, Bunge, Arcor e Teksid.
Escolas e universidades
Picos concentrados na troca de turnos e presença constante de estudantes e visitantes. Acessibilidade e segurança no embarque costumam estar no centro do escopo. Entre os clientes da Thopp estão PUC Minas, Dom Helder e FTD Educação.
Supermercados e varejo
Circulação de público com carrinhos e volumes, o que exige atenção ao nivelamento, ao tempo de porta aberta e à resistência do acabamento. A Thopp atende redes como Assaí Atacadista e Lojas Americanas.
Hospitais e ambientes de saúde
A Thopp moderniza elevadores hospitalares, incluindo equipamentos destinados ao transporte de leitos e macas. O projeto é desenvolvido conforme a configuração do equipamento e os requisitos técnicos aplicáveis, que nesse tipo de prédio são mais rígidos que a média.
Igrejas, museus e espaços culturais
Prédios com público variado, muitas vezes em edificações com restrição de intervenção. A modernização precisa respeitar o que existe. Entre os clientes estão o Museu das Minas e do Metal e o UNA Cine Belas Artes.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre modernização de elevadores
O que é modernização de elevadores?
Quando é necessário modernizar um elevador?
Elevador antigo precisa ser trocado?
Qual a diferença entre manutenção e modernização?
Modernizar é o mesmo que trocar o elevador?
É possível modernizar apenas alguns componentes?
É possível modernizar elevador de outra marca?
Quais tipos de elevador a Thopp moderniza?
É possível trocar portas manuais ou pantográficas por portas automáticas?
A máquina de tração precisa ser trocada na modernização?
Quanto custa modernizar um elevador?
Como funciona o pagamento da modernização?
A modernização tem garantia?
A modernização precisa de ART?
A Thopp fornece material para apresentar o projeto em assembleia?
Quanto tempo dura uma modernização?
O elevador fica parado durante a modernização?
A modernização reduz o consumo de energia?
A modernização melhora o nivelamento do elevador?
É possível modernizar só a cabina?
Como saber o que precisa ser modernizado no meu elevador?
A Thopp atende fora de Belo Horizonte?
Quem faz a manutenção depois da modernização?
Onde atendemos
Modernização de elevadores em BH, Contagem, Betim e Nova Lima
A sede, o almoxarifado de peças e a frota própria ficam no Carlos Prates, em Belo Horizonte, perto das quatro cidades atendidas. Isso encurta o caminho da equipe até a obra, o que conta em uma modernização. A avaliação técnica é gratuita na Grande BH.
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Belo Horizonte
Todas as nove regionais: Centro-Sul, Pampulha, Oeste, Noroeste, Leste, Nordeste, Norte, Venda Nova e Barreiro.
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Contagem
Eldorado, Riacho das Pedras, Inconfidentes, Cidade Industrial e demais bairros.
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Betim
Centro, Ingá, áreas industriais e demais bairros.
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Nova Lima
Vila da Serra, Vale do Sereno, Jardim Canadá e condomínios da cidade.
O seu prédio fica em outra cidade da região metropolitana? Envie os dados pelo formulário e o comercial confirma o atendimento.
Thopp ElevadoresR. Rio Espera, 514, Carlos Prates
Belo Horizonte, MG, 30710-260
CNPJ 07.654.380/0001-27
Próximo passo
Solicite a avaliação técnica do seu elevador
Preencha os dados do prédio e um consultor da Thopp entra em contato para agendar a visita. A avaliação técnica é gratuita na Grande BH, vale para elevadores de qualquer marca e é o que define se o caso é manutenção, modernização ou substituição.
- Avaliações no Google
- +11 anos no Reclame Aqui
- +1.000 clientes desde 1998
- CREA-MG · homologada PBH
Modernização de elevadores em resumo ficha técnica do serviço
- Serviço
- Modernização de elevadores
- Quem executa
- Thopp Elevadores, fundada em 1998, em Belo Horizonte (MG)
- O que pode ser modernizado
- Quadro de comando, inversor, portas, botoeiras, indicadores, cabina e casa de máquinas
- Marcas atendidas
- Qualquer marca, com peças multimarcas e laboratório próprio
- Equipamentos
- Passageiros, carga, leito e maca, hospitalares, com e sem casa de máquinas
- Garantia
- Até 5 anos, conforme o escopo contratado
- Responsabilidade técnica
- ART correspondente aos serviços executados
- Onde atende
- Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima
- Registros
- CREA-MG · homologada pela PBH · normas ABNT
- Experiência
- Mais de 500 elevadores modernizados



