Ir para o conteúdo

Segurança e uso de elevadores

Dúvidas sobre elevadores: as 22 perguntas mais comuns de moradores e síndicos, respondidas por especialistas

O elevador pode cair? Falta ar quando ele para? Dá para usar em um incêndio? Reunimos as dúvidas que mais ouvimos em 28 anos de atendimento a condomínios e empresas, com respostas diretas, o que fazer em cada situação e o que nunca fazer.

Por Equipe Thopp Elevadores Publicado em 16 min de leitura
Técnico da Thopp Elevadores, de capacete, óculos e luvas de proteção, fazendo a manutenção no topo da cabine de um elevador
Manutenção no topo da cabine · equipe técnica da Thopp Elevadores
Neste artigo

O elevador é o equipamento mais usado de um prédio e, ao mesmo tempo, um dos menos compreendidos. Quase todo morador já se perguntou o que aconteceria se um cabo arrebentasse, se faltasse luz no meio da viagem ou por que o elevador às vezes para alguns centímetros acima do piso.

Essas dúvidas não são bobas. Quem entende como o elevador funciona usa melhor o equipamento, sabe reagir em uma emergência e percebe mais cedo quando algo não vai bem. Para o síndico, a informação certa evita pânico entre os moradores, chamados desnecessários e, principalmente, riscos que poderiam ser evitados.

A seguir, as perguntas foram agrupadas por tema. Cada resposta começa pelo que você precisa saber e depois explica o porquê.

Segurança: o elevador pode cair?

1. O elevador pode cair?

Em um elevador mantido corretamente, a queda livre é praticamente impossível. O elevador moderno não depende de uma única peça para ficar seguro: ele é projetado com sistemas redundantes, ou seja, se um falhar, outro independente assume.

Nos elevadores de tração, os mais comuns em prédios residenciais e comerciais, a segurança contra queda funciona em camadas:

  • Cabos de aço múltiplos: a cabine é suspensa por vários cabos, e o conjunto é dimensionado para suportar muitas vezes a carga que realmente carrega.
  • Freio da máquina: fica fechado por mola e só abre quando recebe energia. Se a energia acaba, ele fecha sozinho e segura o elevador.
  • Limitador de velocidade: monitora a velocidade da cabine o tempo todo. Se ela passar do limite, ele corta o comando e aciona o freio de segurança.
  • Freio de segurança (o "paraquedas"): cunhas presas à cabine que agarram os trilhos-guia e imobilizam o elevador.
  • Amortecedores no poço: no fundo do poço, absorvem o impacto caso a cabine ultrapasse o último andar.

A norma técnica brasileira para elevadores de passageiros, a ABNT NBR 16858, define os requisitos desses dispositivos, incluindo a proteção contra movimento não intencional da cabine com as portas abertas.

2. E se um cabo de aço arrebentar?

Os outros cabos continuam segurando a cabine. Nenhum elevador de tração depende de um só cabo: a norma exige pelo menos dois cabos independentes, e na prática a maioria dos elevadores usa mais. Além disso, cabos de aço não se rompem de uma vez sem aviso: eles mostram desgaste, fios partidos e alongamento, que são verificados na manutenção preventiva e motivam a troca antes de qualquer risco.

Elevadores hidráulicos, que funcionam com um pistão em vez de cabos, têm proteção própria, como a válvula de bloqueio que impede a descida descontrolada em caso de vazamento.

3. Elevador antigo é inseguro?

Idade, sozinha, não torna um elevador inseguro. O que pesa é o estado de conservação. Um elevador antigo bem mantido pode operar com segurança por muitos anos. O problema surge quando as peças ficam obsoletas e difíceis de encontrar, quando o comando já não tem os recursos de segurança atuais ou quando as falhas se tornam frequentes.

Um cuidado específico vale para elevadores antigos com porta de pavimento manual (aquela que o próprio passageiro abre): sempre confira se a cabine está no andar antes de entrar. Se a porta abrir e a cabine não estiver ali, não entre, mantenha distância e chame a manutenção imediatamente.

Quando a manutenção já não é suficiente, a saída costuma ser a modernização do elevador, que atualiza comando, máquina e dispositivos de segurança mantendo a estrutura existente.

Emergências: preso, sem energia ou em incêndio

4. O que fazer se eu ficar preso no elevador?

Mantenha a calma, acione o alarme e espere o resgate. Você está em segurança dentro da cabine. O passo a passo é este:

  1. Respire e tranquilize quem está com você. A cabine parada está travada pelos freios.
  2. Aperte o botão de alarme ou use o interfone da cabine. Se tiver sinal, ligue também para a portaria ou para o síndico.
  3. Informe o endereço, o elevador e o andar aproximado em que você parou, e se há alguém passando mal.
  4. Aguarde o técnico da empresa de manutenção. Em caso de emergência médica ou se o resgate demorar, ligue para o Corpo de Bombeiros, no 193.
  5. Afaste-se da porta e, se precisar, sente-se no chão da cabine.

E o que nunca fazer:

  • Não force as portas da cabine nem tente abri-las com as mãos ou objetos.
  • Não tente sair sozinho, mesmo que a porta se abra entre dois andares. Existe um vão entre a cabine e a parede do poço, e o elevador pode voltar a se mover. É o tipo de situação que transforma um susto em acidente grave.
  • Não pule nem balance a cabine para "destravar" o elevador.
  • Porteiros, zeladores e moradores não devem tentar o resgate. Ele deve ser feito por técnico treinado ou pelos bombeiros.

5. Pode faltar ar dentro do elevador parado?

Não. A cabine não é hermética: ela tem aberturas de ventilação e frestas nas portas, por onde o ar circula mesmo com o elevador parado. A sensação de abafamento é comum, principalmente em dias quentes ou com a cabine cheia, mas é causada pelo calor e pela ansiedade, não pela falta de oxigênio. As cabines também contam com iluminação de emergência, que acende quando falta energia.

6. O que acontece com o elevador quando falta energia?

Ele para e fica travado pelo freio da máquina. Como o freio só abre com energia, a falta de luz faz exatamente o contrário do que muita gente imagina: o elevador fica imobilizado, e não solto no poço.

Alguns elevadores têm dispositivo de resgate automático, que usa uma bateria para levar a cabine até o andar mais próximo e abrir as portas. Prédios com gerador podem manter um ou mais elevadores funcionando. Sem esses recursos, os passageiros aguardam o técnico, que faz a manobra de resgate com segurança.

7. Posso usar o elevador em caso de incêndio?

Não. Em incêndio, use sempre a escada. O elevador pode parar no andar onde está o fogo, perder energia no meio do percurso ou ficar com o poço tomado pela fumaça, que sobe pelos vãos verticais do prédio. Escadas de emergência existem para isso e devem estar desobstruídas e sinalizadas.

Edifícios altos podem ter elevador de emergência, previsto nas regras de segurança contra incêndio, mas ele é destinado ao uso dos bombeiros, não à fuga dos moradores.

8. E se entrar água no poço do elevador?

Pare de usar o elevador e chame a manutenção imediatamente. Água no poço, seja de chuva forte, vazamento ou infiltração, pode atingir componentes elétricos e dispositivos de segurança que ficam no fundo do poço. O síndico deve pedir o desligamento do equipamento e só liberar o uso depois da avaliação do técnico.

O elevador do seu prédio tem passado sustos nos moradores? Um técnico da Thopp avalia o equipamento no local e explica, por escrito, o que está em ordem e o que precisa de atenção, sem compromisso. Pedir avaliação técnica

Uso no dia a dia

9. Posso segurar a porta com a mão, o pé ou uma bolsa?

Use o botão de abrir porta, que fica no painel da cabine. As portas automáticas têm sensores que detectam obstáculos e fazem a porta reabrir, mas eles podem não perceber objetos finos, como uma coleira, uma alça de bolsa ou o cordão de um brinquedo. Travar a porta com objetos, como calços ou caixas, também força o operador de porta e acelera o desgaste.

10. Quantas pessoas cabem? O que acontece se exceder a capacidade?

A capacidade está na placa dentro da cabine, em número de passageiros e em quilos. Para calcular a lotação, a norma considera 75 kg por pessoa. Elevadores com dispositivo de sobrecarga não partem enquanto o peso estiver acima do limite e costumam emitir um sinal sonoro ou luminoso: basta alguém sair.

Respeitar o limite não é só uma questão de o elevador "aguentar". O excesso de carga desgasta freio, cabos e máquina, e pode causar desnivelamento na parada.

11. Apertar o botão várias vezes faz o elevador chegar mais rápido?

Não. O chamado é registrado no primeiro toque. Apertar de novo não muda nada, e apertar os dois botões, de subir e de descer, só faz o elevador parar no seu andar sem necessidade, atrasando todo mundo. Chame apenas na direção em que você vai.

12. Crianças podem usar o elevador sozinhas?

Crianças pequenas não devem usar o elevador desacompanhadas. Elas podem não alcançar o alarme, se assustar em uma parada ou brincar com as portas. Muitos condomínios definem uma idade mínima no regimento interno, e algumas cidades têm leis específicas sobre o tema. Vale o síndico verificar as regras locais e deixá-las claras para os moradores.

13. Como levar animais de estimação no elevador?

No colo ou com a guia curta, e sempre entrando e saindo junto com o animal. A situação de risco mais conhecida é a porta fechar com o tutor de um lado e o animal do outro, com a guia passando pela porta. Por isso, evite guias retráteis dentro do elevador e mantenha o animal perto de você até a porta abrir por completo.

14. Como fazer uma mudança ou transportar carga pelo elevador?

Combine antes com a administração do prédio. O ideal é agendar o horário, proteger as paredes da cabine com mantas e respeitar a capacidade a cada viagem. Nunca trave a porta com móveis ou caixas para ganhar tempo: o correto é pedir à portaria ou à empresa de manutenção o procedimento do seu prédio. Itens muito longos, pesados ou que ultrapassem a capacidade devem subir pela escada ou por içamento.

Ruídos, trancos e paradas

15. É normal o elevador fazer barulho?

Um som leve e constante é normal. Barulho novo, metálico ou irregular, não. O motor, o operador de porta e os componentes do comando fazem algum ruído durante o funcionamento. Um elevador bem mantido, porém, opera de forma suave e silenciosa.

Merecem atenção:

  • rangidos ou estalos metálicos durante a viagem;
  • batidas ao abrir ou fechar a porta;
  • chiado, zumbido forte ou ruído de atrito;
  • vibração ou tremor da cabine;
  • trancos na partida ou na parada.

Esses sinais podem indicar necessidade de ajuste, lubrificação ou troca de componentes. Quanto mais cedo forem comunicados, menor tende a ser o reparo.

16. Por que o elevador para entre andares?

Na maioria das vezes, é o sistema de segurança fazendo o seu trabalho. O elevador tem um circuito de segurança que interrompe o funcionamento sempre que detecta algo fora do normal. As causas mais comuns são:

  • oscilação ou falta de energia;
  • porta de algum andar mal fechada ou com o contato de segurança desajustado;
  • objeto preso na soleira da porta;
  • sensores de posição ou de nivelamento desregulados;
  • proteção térmica do motor ou do comando atuando;
  • acionamento do limitador de velocidade.

Uma parada isolada não é motivo para pânico. Paradas frequentes, por outro lado, mostram que algo precisa ser corrigido e devem ser registradas e cobradas da empresa de manutenção.

17. Por que o elevador para com um degrau em relação ao piso?

É desnivelamento, e deve ser corrigido. Esse degrau entre o piso da cabine e o piso do andar é uma das principais causas de tropeços e quedas, especialmente de idosos, pessoas com mobilidade reduzida e quem empurra carrinhos. As causas mais comuns são desgaste do freio, sensores de nivelamento desajustados e comandos antigos sem controle fino de velocidade. Elevadores com inversor de frequência costumam parar com mais precisão.

Quando chamar a manutenção: sinais e o que fazer

Nem todo sinal tem a mesma urgência. Esta tabela ajuda moradores, porteiros e síndicos a decidir como agir:

Sinais de alerta no elevador e a ação recomendada
O que você percebe O que pode indicar O que fazer
Cheiro de queimado ou fumaça Falha elétrica no comando, no motor ou na fiação Parar o uso agora e chamar o plantão
Porta de andar que abre sem a cabine estar ali Falha na trava da porta de pavimento Isolar o acesso agora e chamar o plantão
Água no poço ou na casa de máquinas Risco a componentes elétricos e de segurança Parar o uso agora e chamar o plantão
Tranco forte, queda brusca ou cabine que se move com a porta aberta Problema no freio, no comando ou na tração Parar o uso agora e chamar o plantão
Paradas entre andares frequentes Contatos de porta, sensores ou alimentação elétrica Chamar a manutenção no mesmo dia
Degrau entre a cabine e o piso Desnivelamento: freio, sensores ou comando Chamar a manutenção e alertar os moradores
Rangidos, batidas ou vibração Desgaste, falta de ajuste ou de lubrificação Pedir uma visita técnica em breve
Botão, indicador ou luz da cabine sem funcionar Componente de sinalização com defeito Registrar e comunicar à empresa

Uma dica para o síndico: mantenha um registro simples das ocorrências, com data, horário, andar e o que aconteceu. Esse histórico ajuda o técnico a encontrar a causa e mostra se a empresa de manutenção está resolvendo o problema ou apenas religando o elevador.

Manutenção e responsabilidades

18. Com que frequência o elevador precisa de manutenção?

A manutenção preventiva é mensal, feita por empresa especializada e com técnico habilitado. É nela que o técnico verifica freios, cabos, portas, travas, comando e dispositivos de segurança, ajusta o que for necessário e identifica desgastes antes que virem falhas. A ABNT NBR 16083 trata das instruções de manutenção de elevadores, e a manutenção corretiva deve acontecer sempre que houver falha, fora do calendário da preventiva.

19. Quem é responsável pelo elevador do prédio?

O condomínio, representado pelo síndico. O Código Civil, no artigo 1.348, inciso V, determina que compete ao síndico diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns, e o elevador é uma delas. Na prática, isso significa:

  • contratar uma empresa de manutenção habilitada, com responsável técnico registrado no CREA;
  • em Belo Horizonte, preferir empresa homologada pela Prefeitura (PBH);
  • manter em dia a documentação técnica, como o RIA (Relatório de Inspeção Anual), que atesta as condições do elevador, e a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
  • atender às recomendações técnicas e não adiar reparos que afetam a segurança;
  • informar os moradores sobre o uso correto e sobre como agir em emergências.

Para escolher a empresa certa, veja como saber se a empresa de manutenção de elevadores é realmente boa e o que analisar no contrato de manutenção antes de assinar.

20. O que o morador pode fazer para ajudar?

Usar o elevador corretamente e avisar cedo quando algo muda. O morador é quem percebe primeiro um barulho novo, um tranco diferente ou uma porta que demora para fechar. Comunicar isso à portaria ou ao síndico, com o máximo de detalhes, é a forma mais simples de evitar uma parada maior. Também ajuda não sobrecarregar a cabine, não travar portas e não deixar crianças brincarem com os botões.

Vida útil, energia e modernização

21. Quanto tempo dura um elevador? Quando vale modernizar?

A estrutura pode durar décadas; o que envelhece primeiro é o comando e a parte eletrônica. Guias, cabine e boa parte da estrutura resistem muito tempo com manutenção adequada. Já placas, quadro de comando e componentes de acionamento ficam obsoletos: as peças saem de linha, os reparos ficam mais caros e as falhas, mais frequentes.

Os sinais de que é hora de avaliar uma modernização são paradas recorrentes, peças difíceis de encontrar, desnivelamento constante, portas irregulares e consumo alto de energia. Modernizar não significa trocar o elevador inteiro: a avaliação técnica define o que substituir e o que manter. Veja em detalhes quando é hora de modernizar o elevador do condomínio.

Sobre energia: comandos atuais com inversor de frequência controlam a aceleração e a frenagem com mais suavidade, o que tende a reduzir trancos, desgaste e consumo. O ganho real depende do equipamento e do uso, por isso a Thopp não trabalha com promessa fechada de economia: o que se pode estimar é avaliado caso a caso.

22. Dá para controlar quem usa o elevador e para quais andares?

Sim, com um sistema de controle de acesso instalado na cabine. Ele libera os andares por senha ou por tag, o que reforça a segurança do prédio, evita o acesso de pessoas não autorizadas a andares privativos e organiza o uso em prédios comerciais. A Thopp desenvolve o Thopp Code, com cadastro de até 1.000 usuários e proteção contra clonagem de tags.

Conclusão

Elevadores estão entre os meios de transporte mais seguros que existem, justamente porque são projetados para parar quando qualquer coisa sai do normal. A maior parte dos sustos, como paradas entre andares, portas que reabrem e alarmes de sobrecarga, é o próprio sistema de segurança funcionando.

Essa segurança, porém, depende de dois fatores: uso correto pelos moradores e manutenção preventiva séria, feita mensalmente por uma empresa habilitada. Quando os dois andam juntos, o elevador funciona com tranquilidade por muitos anos. Quando os sinais de alerta passam a se repetir, é hora de uma avaliação técnica, e, em alguns casos, de planejar a modernização.

Ficou com alguma dúvida que não está aqui? Fale com um especialista da Thopp e conte o que está acontecendo no elevador do seu prédio.

Perguntas frequentes

Respostas rápidas sobre elevadores

O elevador pode cair?

Em um elevador mantido corretamente, a queda livre é praticamente impossível. A cabine fica suspensa por vários cabos de aço dimensionados com grande margem de segurança e conta com sistemas independentes: freio da máquina, limitador de velocidade, freio de segurança que trava a cabine nas guias e amortecedores no fundo do poço.

O que fazer se ficar preso no elevador?

Mantenha a calma, aperte o botão de alarme ou use o interfone da cabine e informe o andar aproximado. Não force as portas e não tente sair sozinho, mesmo que a porta se abra entre andares. Aguarde o técnico da empresa de manutenção ou o Corpo de Bombeiros (193). A cabine tem ventilação e não falta ar.

Pode usar o elevador em caso de incêndio?

Não. Em incêndio, use sempre a escada. O elevador pode parar no andar atingido, perder energia ou ter o poço tomado pela fumaça. Elevadores de emergência existentes em edifícios altos são de uso dos bombeiros.

Com que frequência o elevador precisa de manutenção?

A prática do mercado é a manutenção preventiva mensal, feita por empresa especializada e com técnico habilitado, além do atendimento corretivo sempre que houver falha. Em Belo Horizonte, o síndico deve contratar empresa homologada pela Prefeitura e exigir o RIA (Relatório de Inspeção Anual) e a ART.

É normal o elevador fazer barulho?

Um leve som do motor, das portas e dos relés é normal. Rangidos metálicos, batidas, chiados, vibração, trancos na partida ou na parada e cheiro de queimado não são normais e devem ser comunicados à empresa de manutenção. Cheiro de queimado ou fumaça exige parar o uso imediatamente.

Quem é responsável pelo elevador do condomínio?

O condomínio, representado pelo síndico, que tem o dever de diligenciar a conservação das partes comuns (Código Civil, art. 1.348, V). Na prática, isso significa contratar uma empresa de manutenção habilitada, manter a documentação em dia e atender às recomendações técnicas.

Avaliação técnica sem compromisso

Fale com um especialista em elevadores

Preencha seus dados e você será direcionado imediatamente para um consultor da Thopp. Atendemos Belo Horizonte, Contagem, Betim e Nova Lima.

  • Avaliação técnica do elevador no local
  • Proposta com o escopo do serviço por escrito
  • Equipe multimarcas, com estoque próprio de peças

Continue a leitura

Artigos relacionados

Ver todos os artigos